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Cobertura 29º Congresso Diálogo com o Universo

O 29º Congresso Diálogo com o Universo aconteceu em Curitiba no Hotel Lizon durante o período de carnaval, nos dias 10 a 13 de fevereiro de 2018.

 

Organizado pelo Instituto Galileo Galilei – IGG – fundado por Rafael Cury, o evento contou com a presença de 17 palestrantes das áreas de Ufologia, Ciência e Espiritualidade, incluindo especialistas da área médica, engenheiro, parapsicólogo, médium, terapeutas, educadores, filósofos, escritores, astrônomo, astrólogos, piloto de avião, entre diversas outras especialidades.

 

Conteúdos riquíssimos foram abordados de forma aprofundada – alguns temas inclusive com referências científicas – incluindo assuntos que revelam uma realidade pouco divulgada pela mídia, porém capaz de instigar o público a desenvolver suas próprias reflexões e questionamentos sobre os temas propostos.

 

Durante o evento, entrevistamos o idealizador do Congresso, Rafael Cury, que oportunamente pontuou: “Toda ficção de um século, é a ciência do século seguinte”.

 

No vídeo abaixo, selecionamos imagens de diversos momentos que marcaram o Congresso, confiram:

 

 

À seguir, comentamos à respeito de alguns pontos chave apresentados pelos palestrantes durante o Congresso.

Conforme sugerido durante o evento, lembre-se sempre de questionar toda e qualquer informação que chega até você, pois não existem verdades absolutas, mas sim diferentes teorias e pontos de vista que certamente irão somar ao seu entendimento sobre a vida e o universo.

 

 

DIA 1 – 10 de Fevereiro

 

 

RAFAEL CURY E WILSON PICLER – Abertura do Evento e Homenagem

 

 

O idealizador do Congresso Diálogo com o Universo, Rafael Cury realizou a abertura do evento e homenagem ao Diretor e Presidente do Grupo Uninter, o professor Wilson Picler, que é um dos apoiadores do Congresso.

 

Wilson afirma que por trás dos fenômenos ufológicos, há muitas coisas sérias que trazem conseqüências até mesmo para a ciência.

 

Hoje existe uma série de evidências de casos ufológicos, mas muitas delas são tratadas de forma confidencial pelos países em questão, de acordo com diferentes legislações de segurança nacional.

 

Segundo ele, a ciência ainda não conseguiu tratar destes fenômenos, pois há poucos pesquisadores, e com isso, não são geradas as informações necessárias para poder alertar a sociedade de que isto existe. Outro ponto que dificulta a realização de estudos científicos sobre o assunto é a questão de métodos, onde se tornaria necessária a observação sistêmica e controlada destes fenômenos.

 

Wilson comentou também alguns pontos da entrevista concedida por ele à Revista Veja do mês de janeiro de 2018, para a matéria “Os ETs são superiores” onde falou a respeito de seres extraterrestres e do impacto que eles têm em sua vida.

 

Segundo ele é através da física quântica que podemos dialogar com o Universo e que a modulação quântica permite conversar com seres distantes, afinal tudo é possível.

 

 

EUSTÁQUIO ANDRÉA PATOUNAS – Programa Vida Inteligente

 

O mestre de cerimônias do evento foi Eustáquio Andréa Patounas, que há 56 anos estuda Ufologia, e afirma que as evidências e provas são capazes de mudar a consciência sobre este assunto.

 

Diretor e apresentador do Programa Vida Inteligente na TV Floripa Canal 4 da NET – Florianópolis e um dos apoiadores do evento, possui também diversos vídeos publicados no YouTube com temas relacionados a essência humana e transformações pessoais.

 

Eustáquio comentou também a respeito de enquetes e debates que promovem na internet, e que pela falta de informação do público em geral a respeito da Ufologia, o retorno é muito pequeno, inviabilizando uma ativa troca de conhecimentos através das redes sociais.

 

 

ROSÂNGELA ARNT – Como Amplificar a Autocura Quanticamente

 

 

A Dra. Rosângela Arnt é médica especialista em Nutrologia, palestrante, autora internacional de livros e artigos e consultora científica de Saúde Quântica e Nutracêuticos.

 

Ela afirma que a pergunta mais importante do ser humano é “Quem somos nós”?, pois não há como falar de autocura sem saber quem somos. Ela cita como importante referência sobre esta questão, o livro “A Matriz Divina”, de Gregg Braden.

 

Segundo ela, a partir de dados publicados pela Revista Nature, não somos descendentes do homem de Neanderthal, pois na comparação do seu DNA com o ser humano moderno não existem similaridades suficientes para sustentar a teoria da evolução da espécie, como é ensinada. Ou seja, não temos uma linha evolutiva conhecida e de acordo com estes estudos, surgimos repentinamente no planeta, já com as características desenvolvidas.

 

Nosso cérebro é 50% maior do que o cérebro de qualquer outro primata, temos um sistema nervoso avançado, uma linguagem complexa, onde a vibração e a energia da palavra interferem na nossa saúde, temos uma anatomia moderna com o formato de pinça nas mãos, que possibilita uma capacidade de coordenação fina e possuímos acesso consciente à rede neural estendida, o que nos torna capazes de realizar a autocura. Essa característica só nós temos.

 

A partir dos fatos acima, ela deixa ainda no ar a seguinte pergunta: “Será que os extraterrestres só vem nos visitar ou ver a prole deles?”.

 

A Dra. afirma ainda que tudo já existe, só temos que acessar. Somos capazes de produzir todas as substâncias bioquímicas que precisamos para a autocura, que é um processo energético. O ser humano é feito de matéria, que é feita de energia, ou seja, os seres humanos são feitos de energia colapsada em matéria. A compilação de todas as nossas freqüências vibratórias faz com que a gente vibre através do corpo mental. Pensar e acreditar pode interferir na autocura, pois reagimos ao que pensamos e sentimos, nossos pensamentos vão para as células.

 

Se você tiver um pensamento ruim, terá o tempo de 20 segundos para mudar de pensamento e assim evitar que ele atinja o corpo inteiro. Aí está a importância de cultivar o foco, atenção e repetição, conforme o ditado “orai e vigiai”, para inundar o organismo com a informação da cura, e não o contrário.

 

Segundo ela, 95% dos pensamentos são os mesmos do dia anterior, então neuroquimicamente você continua o mesmo, com as mesmas queixas e resultados. Quando alguém se queixa, acaba chamando mais do mesmo, é a lei da atração, onde você atrai o que pensa e sente.

 

Além disso, segundo a Dra., os hábitos de vida, alimentação e suplementos, assim como as terapias integrativas quânticas são complementares a todos os pontos citados acima. Entre as terapias quânticas indicadas estão as essências vibracionais com tecnologia Quantum Health, EFT, Psych-K, Mindfullness, Hipnose Consciente, Reiki, Hoponopono, Toque Quântico, Constelação Familiar, entre outras.

 

Com relação à alimentação, ela comenta que é importante fazer pratos com cores diferentes, garantindo assim a variedade de nutrientes, mudar diariamente o tipo de alimento consumido e seus ingredientes, dar preferência à alimentação viva, com grãos germinados, além de consumir suplementos específicos, pois com a alimentação não conseguimos suprir nossas necessidades nutricionais. Com relação a suplementos alimentares, indica a marca Catalmedic.

 

A Dra. Rosângela ainda presenteou o público com a indicação de alguns livros que aprofundam o conteúdo apresentado durante a sua palestra. O livro “You Are The Placebo” do Dr. Joe Dispenza apresenta um estudo das curas espontâneas, que não são milagre, mas sim autocura, quando permite-se que o corpo faça o trabalho dele. O livro “Com a Vida de Novo”, explica técnicas de auto-ajuda para complementar os tratamentos de câncer através de visualizações que modificam crenças e são capazes de curar. Outro livro indicado é “O Campo – Em Busca da Força Secreta do Universo” da jornalista investigativa na área médica Lynne McTaggart, também disponível em formato de audiobook no YouTube.

 

Para obter informações atualizadas desta área, a Dra. Rosângela indica a Revista Saúde Quântica, que possui artigos de física quântica aplicados à saúde. A assinatura, que é gratuita pode ser feita através do link acima. O seu canal no YouTube também é outra fonte essencial de informações.

 

 

MARCOS KUSNICK – O Sentido da História, as Sociedades Secretas e os Illuminati

 

 

Marcos Kusnick é licenciado em História, mestre em Educação, Astrólogo profissional, Radioastrônomo amador, trabalhou por mais de 15 anos na área de Tecnologia da Informação e como Professor dos ensinos Fundamental, Médio e Superior. Também é membro do Canal Realidade Fantástica no YouTube.

 

Marcos afirma que hoje há carência de sentido nas pessoas e não se consegue mais acesso a informação confiável, pois a internet deu voz a uma multidão de pessoas que propagam informações inverídicas. Até mesmo os meios de comunicação atual não são neutros, buscam sempre convencer as pessoas das suas versões dos fatos.

 

Ele pergunta: “Mas e a história, tem sentido?” e explica que a história foi criada para nos dar um passado em comum, uma identificação nacional.  A história sem sentido causa um mal-estar, precisamos de sentido, seja em um filme, em uma situação, precisamos saber o por quê.

 

Segundo ele, há grupos de interesse que se unem para promover seus interesses e discutir uma agenda em comum, onde as decisões nos afetam. Um exemplo é o Fórum Econômico Mundial, realizado em Davos, na Suíça com autoridades globais. A questão é que não temos a transparência de observar o jogo político.

 

A questão da retomada da utopia é importante, sem ela ficamos à deriva, a mercê de grupos articulados que nos manipulam. Embora existam forças poderosas agindo, nós não podemos desistir de projetos utópicos. Segundo Platão, em “A República”, é para a utopia que o sábio deve dirigir todos os seus esforços. Há o esforço pelo conhecimento, onde o cientifico é um deles, mas não é a resposta para tudo, outros saberes que não derivam da razão podem nos orientar. O mundo é sedento por novidades e o estudo e o discernimento nos ajudam a filtrar isso.

 

Em 1776, Adam Weishaupt fundou a Ordem dos Illuminati, uma organização secreta formada para se opor a influência religiosa sobre a sociedade e ao abuso de poder pelo Estado. Ele queria criar um Estado de liberdade e igualdade moral, onde o conhecimento não fosse limitado por dogmas.

 

Marcos citou o livro “Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas” de Serge Hutin e o trecho “Na realidade, em todos os tempos, e agora mais do que nunca, as sociedades secretas dirigem o mundo”, e questiona, “Será que existe uma super sociedade secreta, com uma única agenda para todo o mundo, com todos os governos e entidades aos seus pés?”.

 

Ele afirma que o que existe são grupos de influência super poderosos, empresas que fazem espionagem política, industrial, sabotagem. Segundo o livro “A Arte da Guerra”, de Sun Tzu, qualquer soberano que queira vencer deve investir em espionagem inteligente.

 

Hoje existe também um equilíbrio frágil entre a liberdade pessoal e a dissolução no coletivo, onde em nome da segurança há câmeras em todos os ambientes, localizadores no celular e a possibilidade de implantar chips nos seres humanos. Em breve vamos chegar a um ponto de saturação desse processo e quem tiver discernimento poderá passar por isso de uma forma mais consciente.

 

Segundo ele não existe tecnologia neutra, todo tipo de tecnologia altera o estilo de vida das pessoas. O mundo sem celular, não é o mesmo mundo com ele. Antes, em uma sexta-feira, logo após as 18:00 não se encontravam mais as pessoas, enquanto que hoje, até mesmo de madrugada os contatos por mensagens continuam e todos são encontrados facilmente onde estiverem.

 

Então podemos reconhecer que essas forças e grupos de poder existem, porém podemos ser agentes de educação junto aos jovens, para que determinem limites a esta espécie de invasão e controle cotidianos.

 

 

FERNANDO SALAZAR BANOL – Constelação Familiar e Música Sideral

 

 

Fernando Banol é palestrante internacional, possui o mérito de “Cidadão Planetário” em reconhecimento por prestar serviços em solo de povos estrangeiros no Projeto Sos Earth Planet no Instituto Bering Fróes Eco Global e do Instituto Manancial D’Ouro.

 

Fernando explica que as Constelações Familiares trabalham com a gratidão, que tudo deve ser perdoado, e portanto, equilibrado. Segundo ele, o símbolo máximo do perdão é Cristo, e citou suas palavras no momento da crucificação: “Pai, perdoa porque eles não sabem o que fazem.”

 

A finalidade da Constelação Familiar está em um olhar novo, pois você recebe uma revelação e passa a enxergar a própria história de uma forma diferente, como uma águia, visualizando tudo de cima. É o que Carl Jung chama de “o insight”.

 

Durante a palestra foram realizadas várias dinâmicas. Ele pediu que nos auto-observássemos antes e depois de cada dinâmica, que destacavam a importância individual, de ser visto e de pertencer ao grupo. Segundo Fernando, ao invés de Carnaval, estávamos em um “Almaval”.

 

Em determinado momento, Fernando definiu o que não é uma Constelação Familiar e exemplificou: não é religião, mediunidade, filosofia de vida, espiritismo e que durante o processo não se perde a consciência.

 

Segundo ele, tanto o representante quanto o constelado recebem benefícios, pois o que você faz de bom vira um bônus, um crédito que você vai acumulando e mais pra frente, quando precisar, vai receber ajuda, pois acontece um movimento harmonizador.

 

Para acessar os campos morfogenéticos é necessário intenção, carga emocional e de acordo com a força que almejo, atraio algo. Para realizar a Constelação, deve haver um campo, com a finalidade de atrair a egrégora, os portais, que são movimentos onde podemos ter acesso à informação. Também pode-se constelar com cavalos, pois possuem um alto grau de sensibilidade.

 

No mundo sistêmico todos somos importantes. Somos imagem e semelhança de Deus, ele está dentro de nós, temos que aceitar essa herança de que somos divinos. Estamos aqui para nos libertar.

 

Segundo ele, o que acontece na Constelação é o que precisava, o que tinha que acontecer. O constelador e o representante devem trabalhar acima do sentimento. Cada parte do corpo está relacionada com sensações que tem que trabalhar na Constelação. Na Constelação deve-se reconhecer como irmão mesmo quem não nasceu e sofreu aborto.

 

Há respeito às leis universais, não pode existir manipulação, o constelador deve ser imparcial, neutro, não existe certo e errado, o segredo tem que permanecer, assim como o respeito às pessoas, sua intimidade e sua vida.

 

Ele comenta que após a Constelação, o coração costuma pesar o mesmo que uma pluma, ou seja, se torna leve, livre de todas as angústias do passado, mágoas, memórias negativas, que não precisam ser carregadas e passadas para as novas gerações.

 

A Constelação Familiar tem sido tão importante na solução de diversas questões, que a Vara de Justiça de Francisco Beltrão, possui uma sala de Constelação na Área de Conciliação.

 

Outro ponto citado, para casos de doenças ou dores é o de que precisamos falar com a parte do corpo que esta doente: “Me perdoa pela doença que causei a você e também te perdôo por este sofrimento que sinto. Estamos quites.”

 

Ele afirma que este é o melhor caminho para ser livre e feliz, e como lição, fica que o apego escraviza, enquanto que o amor autêntico e a força do perdão libertam.

 

 

CARINA GRECO – Workshop Apometria Quântica

 

 

Carina Greco nasceu no Uruguai, onde estudou Arquitetura e Artes Plásticas. Desde 1989 reside no Brasil, em Florianópolis, onde há 18 anos estuda e pesquisa diversas terapias. É pesquisadora de Apometria Quântica – Estudo e Pesquisa da Tecnologia do Espírito.

 

Carina afirma que a Apometria Quântica é para todos, pois já a praticamos diariamente, 24 horas por dia, e que podemos aproveitar para fazer algo positivo com isso. Para isso, precisamos apenas de prática, concentração e estudo.

 

A Apometria foi desenvolvida pelo Dr. José Lacerda de Azevedo, que lançou os livros “Energia e Espírito” e “Espírito Matéria = Novos Horizontes para a Medicina”. Carina a adaptou para Apometria Quântica através do desenvolvimento de técnicas específicas de aplicação.

 

Segundo a lei da Apometria, quando a consciência se encontra em um lugar determinado, passa a interferir naquele ambiente ou campo. Portanto, deve-se cuidar dos pensamentos e sentimentos, pois você é o que pensa, e você está onde o pensamento está. Os pensamentos possuem sentido e intensidade, propagando-se primeiro no campo eletromagnético e físico para depois ser projetado para o ambiente.

 

Ao ter um pensamento negativo sobre alguém, estarei impregnando o campo desta pessoa com energia negativa, é como se estivesse em frente a ela, impregnando o seu campo mental.

 

Se vibro na freqüência do medo, atraio outra pessoa na mesma freqüência. As situações que a vida nos apresenta a partir da ressonância, chamamos de karma.

 

Todos possuem o dom e poder de se autocurar e de transformar a realidade. Não precisa ter mediunidade, intuição, ou outras características especiais para isto.

 

Há questões referentes a medos, inseguranças, histórias antigas ou cargas genéticas hereditárias, que estão armazenadas no inconsciente e subconsciente, e que não sabemos que estão lá. A Apometria Quântica permite chegar lá e deletar as informações negativas, para que a pessoa não tenha mais ressonância com elas e deixe de atrair coisas relacionadas a isto. Esse processo é quântico, rápido, na velocidade do pensamento. Carina afirma que não adianta tentar pensar positivo se o inconsciente diz o contrário.

 

Também é possível interferir quanticamente no passado. Carina exemplifica: “Estou aqui no futuro, dois anos à frente de determinado fato, e ainda estou com raiva”, neste caso posso interferir quanticamente com a pessoa no passado e dissociar as cargas negativas da situação.

 

Segundo ela ninguém tem culpa, então não precisa perdoar. Se eu preciso perdoar é porque julguei que tem algo errado. Carina corrige o famoso ditado “Errar é humano”, substituindo-o por “Errar é divino, não é humano”, tirando o peso geralmente dado aos erros.

Na Apometria Quântica, a força mental atua em conjunto com um comando ou repetição de mantras, com a visualização de mandalas com freqüências específicas, visualização de cores e com os pulsos, ao estalar os dedos. Quanto mais pulsos, maior a intensidade da energia. Os comandos são dados com intenção firme e objetivo claro, enquanto que os pulsos aglutinam e direcionam a energia cósmica para um determinado fim.

 

Os símbolos, mandalas e campos de força são arquétipos codificados a partir de um programa específico seguindo os padrões da geometria fractal e sagrada, os quais ancoram energias de cura, harmonização, elevação energética, reestruturação, alinhamento, limpeza e transmutação, além de nos conectar com uma série de equipes médicas e de resgate de almas.

 

As mandalas apresentadas no Workshop para aplicação do método de Apometria Quântica foram “OM CRISTO”, “OM MARIA”, “SANTA AMETISTA”, “OM METISTICA”, “MELTRIX”, “RAMETHOM” e “VANTIL”, além das técnicas para ativação do MERKABAH, tubo verde esmeralda e tubo grafitado.

 

 

DIA 2 – 11 de Fevereiro

 

 

KHRISTIAN PATERHAN CONDES – “Minha Experiência de Abdução e Contatado”

 

 

Khristian Condes nasceu no Chile, é filósofo, administrador, escritor, fundador da Escola Eneagrama e autor do Sistema Eneagrama 360. Em 1986 passou por uma experiência de abdução, tornando-se um contatado, o que lhe revelou importantes questões sobre a vida e o universo.

 

Khristian transformou sua experiência em uma obra de ficção no livro “O Legado de Thot – Eneagrama: A Mensagem que veio de Sírius”, por receio de que sua história de abdução não fosse bem aceita no Chile, caso revelasse que era real. Segundo ele, o objetivo principal foi transmitir a mensagem, pois há pessoas preparadas para receber esta informação. Ele conta que apenas depois de 30 anos começou a procurar grupos que tratam de Ufologia no Brasil para relatar sua experiência.

 

Sua experiência de abdução aconteceu em 1986 no Chile, em Viña Del Mar. Inicialmente, Khristian achava que estava tendo um sonho lúcido, consciente, quando então acordou e sentou para meditar. Percebeu que a cortina levantou com o vento e continuou suspensa, quando sentiu seu corpo caindo no chão em câmera lenta e subindo em uma espécie de tubo, que era quente, porem não queimava. Em contato com extraterrestres, recebeu instruções  que se transformaram em 700 páginas, que se tornariam um livro, porém a editora pediu que este conteúdo fosse resumido, chegando então em 144 páginas. Ele observou também que o horário em que foi abduzido foi o mesmo em que retornou, às 03:05 da manhã.

 

Khristian afirma que estamos vivendo um momento de escolhas como espécie e que podemos retroceder a partir de um evento nuclear ou avançar em direção a um upgrade planetário e ascender a outro estado evolutivo. Tudo tem relação com a mudança interna que temos que ter como seres humanos.

 

Estamos vivendo no Brasil um problema moral e ético, pois o estado político se corrompeu e devemos fazer a nossa parte para reforçar a ponte com seres superiores.

 

Devemos atingir a harmonia interna e externa para abrir um portal e expandir o nível de consciência. Não devemos confundir a personalidade com o ser, mas sim voltar à essência. Somos chamados para nos transformar. Para criar condições para que o futuro seja bom, devemos fazer isso hoje.

 

A evolução através de um salto quântico para um nível superior de consciência está próxima de todos, é necessário amar ao próximo como a si mesmo, além de se conhecer, pois assim conhecerá também o universo e os deuses.

 

Khristian afirma que existem coisas superiores, que não somos este corpo, essa personalidade, e o tempo não existe. Precisamos mudar a nossa freqüência para ter contato com outros seres, dimensões e com um mundo melhor.

 

Um trecho de “O Legado de Thot”, um dos livros de Khristian afirma: “Veja, no seu tempo, o conhecimento científico e espiritual é suficientemente avançado para provocar mudanças positivas que beneficiariam todos os povos da Terra e acabariam com todas as misérias. Porém, para que isso seja possível, se faz necessário eliminar a maior ignorância que ainda existe entre seus contemporâneos: a falsa percepção de que tudo está desvinculado e dividido. É necessário e urgente que todos voltem a aplicar a Lei da Unidade de Todas as Coisas, segundo foi ensinada pelo sábio mestre Thot.”

 

O livro “O Legado de Thot”, aborda também a questão de o Eneagrama, símbolo matemático, divido entre um Centro Emocional, Intelectual e Físico, ter uma possível origem extraterrestre e o motivo de ter sido trazido a Terra.

 

Khristian também é autor de “Eneagrama: Um Caminho para o seu Sucesso Individual e Profissional”. Citou ainda os livros “Relatos de Belzebu ao seu Neto”, de George Ivanovitch Gurdjieff, que resgatou a sabedoria do Eneagrama e a introduziu no Ocidente, e “Physics of the Future”, de Michio Kaku.

 

 

FLÁVIO GIROL – “Radiônica – Implantação de Princípios Ativos por Campo Magnético”

 

 

Engenheiro Eletricista, Especialista em Naturologia Aplicada, Professor e Especialista em Terapêutica Tradicional Chinesa, Mestre Tradicional de Reiki, Presidente do IEE-MA – Instituto de Engenharia Espiritual e Medicina da Alma – Mentor do Programa Medicina da Alma, Coordenador e Mentor dos Programas FMB – Formação Mediúnica de Base e FMA – Formação Mediúnica Avançada do IEE-MA.

 

Após décadas de pesquisas nesta área, Flávio desenvolveu dois equipamentos que são utilizados por ele e sua equipe para trabalhar com a atividade elétrica do corpo humano. A atividade elétrica é um indicativo das condições de saúde, onde um elevado grau de condutividade elétrica no corpo sinaliza saúde e à medida que diminui, pode-se desenvolver quadros patológicos agudos, que se persistem se transformam em doenças crônicas. Diferentes patologias apontam para diferentes graus de condutividade. Portanto, com o uso deste recurso como diagnóstico, ganha-se tempo na avaliação além de possibilitar o tratamento de diversas patologias.

 

Flávio citou a pesquisa do Dr. Albert Abrams, a respeito da atividade elétrica do corpo humano, que passou a identificar doenças por meio desse processo de eletrocondutividade. Dr. Albert mediu a corrente que passava pelo paciente e percebeu que pacientes que tinham determinada enfermidade apresentavam certo grau de condutividade para cada processo infeccioso e começou a catalogá-los.

 

Flávio citou também o engenheiro civil da Inglaterra, Dr. George De La Warr, que junto com a sua esposa, Marie De La Warr, sensitiva, decidiram pegar um painel e colocar botões que simulam as possíveis doenças e comparar com o indivíduo conectado ao aparelho utilizando princípios de bioressonância. Ele desenvolveu dois equipamentos, entre eles, um aparelho radiônico que faz diagnóstico e tratamento. Flávio afirma ainda que nosso sistema biológico hoje não é compreendido se não for por um modelo eletrônico, pois as linhas de energia, os meridianos, chakras, baseiam-se em um modelo eletrônico, atividade elétrica do nosso corpo.

 

Indica para pesquisas o trabalho “Alterações dos Padrões Físico-Químicos da Água Utilizando Campos Magnéticos”, tese de doutorado em Química da Dra. Maria Eugênia da Unicamp, onde a água recebeu conteúdo informacional para que se comportasse de um outro jeito. Afirma que já vimos isso na Homeopatia e na Terapia Floral, onde você coloca em contato uma informação e a água se modifica.

 

Flávio e sua equipe realizam hoje atendimentos gratuitos em regime de internação semanal no IEE-MA – Instituto de Engenharia Espiritual e Medicina da Alma, onde às sextas- feiras os pacientes passam pelo processo de cirurgia espiritual. A instituição tem um viés religioso e atende as pessoas com sentido de fé e esperança. Porém, por trás deste processo está uma tecnologia que não depende de processo religioso, mas sim de uma tecnologia espiritual que deve obedecer critérios, padrões e não pode sair fora disso, pois requer um olhar, um cuidado.

 

A função primeira do Radionicista é identificar os padrões desarmônicos e restabelecer o equilíbrio por transferência de informações, ajustadas as necessidades de seu paciente. As informações transitam pelos neurônios – Redes Neurais – por diferença de potencial elétrico através de neurotransmissores.

 

Flávio apresenta o questionamento: “Como evitar a manifestação de uma disfunção ou anomalia? Desativando as informações que as mantêm vivas, criando uma nova realidade.”

 

Durante o tratamento, a alteração da configuração físico-química da água vai fazer com que o paciente ao ingerir a água, a direcione especificamente para a área do corpo que precisa ser tratada. Isso é feito por bastante tempo, pois há a necessidade de acostumar o corpo ao conteúdo. O paciente leva pra casa o cartão e esse cartão tem o desenho de campo magnético de um lado. Ele coloca um copo de água encima e permanece aproximadamente de 10 a 12 horas ali. Por efeito convexivo, a água vai passando próximo ao cartão e esse movimento convexivo vai mexendo delicadamente alterando a estrutura físico-química da água, baseado nesse princípio de que a água se altera magneticamente através de um campo magnético. Ao ingerir, essa estrutura físico-química da água se ajusta e se alinha as áreas específicas do corpo, principalmente aquelas áreas que estão lesadas.

 

O trabalho se baseia nessa premissa de que nós podemos alterar a estrutura físico-química da água, através de um campo magnético e fazer com que essa se impulsione através de um dispositivo de onda de forma, uma emissão agora com característica diferenciada.

 

Durante o atendimento, eles recolhem as células de medula, liofilizam para formar uma base gelatinosa, que será utilizada sobre o órgão afetado quando estiver em contato com o equipamento, utilizado em conjunto com o cartão magnético, através de uma técnica mediúnica.

 

O paciente deita com uma venda nos olhos, respira, faz uma oração, que dinamiza os anseios da alma, e segura a ponteira emissora de cobre que possui um circuito captador-emissor, ligado ao equipamento. Ele recebe um passe rotativo chamado de passe carmativo, que possui a função de manter o tensor vibratório estável, favorável a recepção. Enquanto isso o outro operador atua sobre o equipamento, fazendo todos os ajustes.  Dentro do equipamento existe um dispositivo que simula as 16 redes neurais, acoplado a um circuito que simula a glândula pineal. Logo, o operador é de fundamental importância para esse processo. Antecipadamente esse equipamento já estava ligado e produziu uma alteração eletro-magnética no ambiente.  Toda essa equipe está treinada e ajustada para se comportar mediunicamente para este fim específico. A mediunidade refere-se à capacidade que temos de nos conectar com níveis vibratórios além das 3ªs dimensões, envolvendo questões de 4ª dimensão e 5ª dimensão.

 

Ele comenta que tem o paciente que entra em um processo de ressignificação, focando no perdão, no amor, e se recupera bem, enquanto que o paciente que insiste em ainda manter rancor, ressentimento, mágoa, ódio, frustração, então a recuperação se torna mais difícil. Segundo ele, o comportamento e a atitude diante do câncer devem estar em acordo com a condição informacional que esta doença precisa para ser extirpada.

 

Flávio explica que essa tecnologia foi implantada em algumas instituições, porém ainda considera os resultados como dados experimentais e estatísticos, apesar de já possuírem materiais bastante consistentes com relação a diversas áreas. A única área em que ainda não obtiveram resultados satisfatórios é referente ao tecido nervoso, que permanece objeto de novos estudos e pesquisas.

 

 

CLÓVIS SOUZA NUNES – “Cultura de Paz – Evolução e Espiritualidade”

 

 

Clóvis é Professor e Parapsicólogo, Pesquisador de Fenômenos Paranormais, Especialista em Transcomunicação Instrumental, Idealizador e Coordenador Nacional da ONG MOVPAZ – Movimento Internacional pela Paz e Não-Violência.

 

Clóvis trouxe inúmeras provocações em sua palestra ao incentivar o público a se questionar sobre tantas coisas ruins que acontecem diariamente, e que muitos já se acostumaram a elas. Afirma ainda que estamos fragmentados pela cultura de violência.

 

Segundo Clóvis, o que move o mundo é a cultura de violência, não de paz. Estamos tão mergulhados na cultura de violência que não nos damos conta disso. A cultura de violência está no cinema, na música, na literatura, no jornalismo, nos hinos de diversas localidades, sempre se referindo à morte e inimigos.

 

Na história foram mais de 15 mil guerras, onde 80% foram motivadas por conflitos religiosos. O povo mais desunido da Terra são os religiosos, todos querem que o rebanho dos outros seja guiado pelo seu pastor.

 

Nós fazemos do diferente o desigual, a diferença é confundida com desigualdade como no caso dos índios x brancos e da mulher x homem. Ao invés de aprender com o diferente, o ser humano busca dominar.

 

A cultura de violência nos condiciona ao comportamento violento que vem do imaginário ancestral, do inconsciente coletivo, da linguagem, domina nossas atitudes, vem do processo histórico e da cultura de se relacionar com o mundo.

 

Somos uma civilização predadora, matamos diariamente, vivemos em um mundo com muita fome, pobreza, miséria. A China aborta milhares de bebês e seus resíduos são enviados para plantações de arroz e para a indústria de cosméticos do leste europeu. Existem sites de empresas que compram órgãos de bebês abortados. Clóvis citou ainda o exemplo do livro “Bebês para Queimar”, que foi proibido por abordar aspectos da indústria do aborto na Inglaterra.

 

Tudo isso acontece e a população faz de conta que não vê nada, age com indiferença e omissão, não se envolvendo.

 

Dezenas de mulheres são agredidas por minuto no Brasil. Há 68 focos de guerras ativas no planeta. A média de assassinatos é de 50 mil pessoas por ano no Brasil, vivemos uma guerra civil não declarada no Brasil. A ONU e a Unesco estabeleceram que a partir de determinado numero de mortes por ano, a situação se tornaria epidemiológica, este é o caso do Brasil.

 

A indústria de armas é responsável por grande parte do faturamento de diversos países, inclusive do Brasil, que é o 4º maior fabricante de armas do planeta. O Brasil exporta armas para mais de 40 países, sem controle. O governo isentou de impostos a indústria de armas ate 2020. Para se aprofundar no tema, Clóvis cita ainda o seu artigo: “O Império das Armas e o Brasil Escondido”.

 

No século XX, ao mesmo tempo em que ocorreram inúmeros avanços através da nanociência, bioenergética, micromedicina, transplantes, robótica, contato com extraterrestres, também foi o século mais sangrento da historia humana.

 

Este é o espelho que reflete a falta de paz social no mundo. É necessário haver paz social, ambiental e interior. A única paz possível no mundo é a paz construída, não tem que ser encontrada. Paz é o estado elevado de consciência que temos que desenvolver através de uma construção.

 

Nosso corpo é filho da Terra, tem todos os elementos que a Terra tem, a espécie humana vem da explosão planetária, somos seres cósmicos.

 

Clóvis é autor do livro “Educação pela Paz” e lembra que a educação atual é materialista, segregadora e competitiva. Não existe ensino de paz nas escolas, não estudam os pacifistas do mundo como Gandhi, Budha, grandes filósofos da paz, só guerras. A educação precisa ter valores humanos, ser transformadora. A escola hoje forma excelentes técnicos e péssimos seres humanos.

 

Clóvis mostrou o quanto estamos alienados e imersos nesta cultura de violência, citando como exemplo as músicas que tradicionalmente são cantadas para os bebês dormirem. Atenção às letras das musicas infantis:

 

– Escravos de Jó: “Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue za”

– Nana Neném: “Nana neném que a cuca vem pegar, papai foi pra roça, mamãe foi trabalhar”

– Samba Lelê: “Samba Lelê ta doente, ta com a cabeça quebrada, Samba Lelê precisava é umas boas palmadas”

– Ciranda Cirandinha: “O anel que tu me destes era vidro e se quebrou, o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou”

– Boi da Cara Preta: “Boi, boi, boi, boi da cara preta, pega esta criança que tem medo de careta”

– O Cravo Brigou com a Rosa: “O cravo brigou com a rosa, debaixo de uma sacada, o cravo saiu ferido e a rosa despedaçada”

– Atirei o Pau no Gato: “Atirei o pau no gato tô, mas o gato tô, não morreu reu reu, dona Chica cá, admirou-se se, do berro do berro que o gato deu , Miau”

 

Quando queremos elogiar algo, ou dizer que foi o máximo, usamos os termos: “um estouro”, “matou a pau”, “morte súbita”, “matou dois coelhos com uma cajadada só”, “animal”, “matador”, “horrores”, entre inúmeros outros.

 

Clóvis citou a “Semana da Cultura de Paz” em que são promovidas atividades com este fim. Ele citou também exemplos educativos para crianças, como promover a entrega de brinquedos de armas, ou jogos violentos, em troca de outros e o incentivo à arte marcial educativa.

 

Citou também o verbo “pazear”, tão desconhecido hoje, que significa construir ou estabelecer a paz. Afirmou ainda que o contrário de paz é inércia, pois a maioria dos homens de bem que são omissos e indiferentes, acabam se tornando cúmplices e coniventes .

 

Para finalizar, cada ser humano tem uma potência de paz adormecida, precisa acordar essa potência e agir como pacifista. Conforme exemplo de Gandhi, que ao ser agredido, reagiu com ternura e compaixão, de forma pacífica, promovendo assim a paz e transformando a situação.

 

 

ÁTILA MARTINS – “A Liberação da Ufologia”

 

 

Átila foi editor da Revista OVNI-UFO Documento e da Biblioteca Documento UFO (publicando obras do Coronel Philip J. Corso, Budd Hopkins, William Hamilton – Diretor do MUFON – John E. Mack, entre outros), foi também diretor de três bancos internacionais e um brasileiro, e é economista de formação. Possui o site UFOARA, que reúne artigos, entrevistas e eventos e será o apresentador do próximo evento Ufoara, à ser realizado nos EUA, usando o pseudônimo René Martin. A partir deste ano terá um aplicativo em tempo real, chamado “Projeto para as Estrelas”, para filmar, tirar fotos, de naves, de abduções e de naves pousadas.

 

Átila afirma que na revista OVNI-UFO, só publicavam fatos documentados, investigados e comprovados, e que discos voadores existem. Houve um caso de registro de duas naves sobre a Torre Eiffel, o caso da Ilha de Trindade, caso da Barra da Tijuca, entre inúmeros outros.

 

Átila faz parte de um grupo de civis que tem acesso a esta informação e está autorizado a repassar isto. Resolveu  contar uma verdade em forma de romance, através de um livro sobre tudo que viu na ufologia e acobertamento. Lançou até agora quatro livros sob o pseudônimo de René Martin, onde os dois primeiros já estão praticamente esgotados e em breve irá lançar seu quinto livro. No final do seu primeiro livro sobre o tema, onde todos os casos descritos são verdadeiros, muitos ele pesquisou, participou e acompanhou, existe uma bibliografia, onde pode-se encontrar tudo o que foi dito ali. Segundo ele, o impacto do seu primeiro livro foi muito grande, apesar do enredo e da trama parecer uma loucura.

 

Afirma que diversas vezes antecipou em seus livros informações sobre fatos que vieram a acontecer anos depois. Ele diz que este tipo de trabalho é pra começar a abrir a mente das pessoas, e que não pode haver abertura se não houver apoio civil. Relatou ainda que as pessoas o procuram para contar sobre o que viram, entre eles, pessoas da Nasa, militares, de inteligência soviética, entre outros.

 

Citou em sua palestra, diversos casos que acompanhou, estudou ou teve conhecimento, mostrou fotos de disco voadores – algumas inéditas, vídeos e depoimentos. Comentou que recebeu fotos polaróides de naves mãe com seus discos voadores entrando e afirma que não dá para adulterar fotos polaróides, este tipo de referencia é original, porém muitas das fotos de UFOs que encontramos na internet hoje são fraudulentas.

 

Comentou a respeito das reuniões entre China, Japão, EUA e Canadá sobre o acobertamento das informações disponíveis no maior acervo americano de Ufologia. A emenda da Constituição Americana afirma que o direito de conhecimento é inalienável, e que não se poderia mais fazer o acobertamento nos EUA, então a ONU realizou a intervenção, reuniram-se políticos, militares e o pessoal da marinha, que decidiram pela maioria que o controle da rede de internet, que era dos EUA, passaria para a ONU, para que se pudesse manter o sigilo destas informações.

 

Átila afirma que o acobertamento de informações veio de uma origem nazista. A força aérea americana também escondia projetos de discos voadores, alemães queriam fazer uma diligência através da força aérea americana de que os UFOs não existiam e fez uma grande campanha em 1947 a 1949, e Israel é o único país no mundo que seu governo não se fala sobre disco voador. Outra vertente que prejudicava muito e operava o acobertamento de informações era o Vaticano.

 

A imprensa também faz o papel dela de censura. Aconteceu o Freedom of Information – (FOI), o ato de liberdade de informação, que possibilitou o acesso a documentos e comentários inéditos, considerado um verdadeiro alvará de soltura, pois na hora que você fala a verdade, você não pode mais recolher isso. Há também documentos de 13 milhões de páginas disponibilizados em uma livraria em Washington, e agora desde o mês passado foi disponibilizado na internet para qualquer pessoa acompanhar.

 

Segundo ele, o objetivo é mostrar a realidade sem criar expectativa, tumulto, medo. A frase “O medo do ridículo é o maior inimigo dos ufos” é real até hoje. Diz ainda que a Ufologia é para uma minoria.

 

Comentou que há programas sobre ufologia nos canais National Geographic e History Channel, além de falar dos livros da piloto militar russa Marina Popovich.

 

Objetivo dele é falar com as pessoas e contar até onde pode ser contado. Átila afirma: “Discos voadores existem, ponto. Eles não estão mais preocupados, à partir de 2016, em provar que UFO existe, agora é um novo portal para entender a relação dessas naves que estão aqui e muitas foram atraídas pelo Search of Extraterrestre Intelligence, que tem as antenas voltadas para o céu em vários países, emitiram ondas de rádio, pegaram sinais que tiveram conexões e atraíram raças para o planeta Terra.”

 

Todo planeta emite vibração e ruídos, seja através de ondas de rádio, de televisão, que emitem radiação para o cosmos, que são captadas. Muitas raças estudam a civilização humana através da captação deste tipo de raios e ondas de televisão.

 

Para finalizar afirmou que dentro de 20 anos essa humanidade não existirá mais, será substituída, inclusive este é o tema de seu quarto livro.

 

 

WILSON PICLER – Debate Ciência, Ufologia e Espiritualidade

 

 

Wilson Picler comandou um debate entre alguns palestrantes e representantes do público presente, abordando o tema do Congresso, que relaciona a Ciência, Ufologia e Espiritualidade.

 

O professor Picler comenta que devemos estar preparados para receber povos de diferentes culturas e cita o termo exopolítica, relacionado à diplomacia no relacionamento com seres extraterrestres.

 

Ressalta que existe uma centelha divina em nós, que somos dotados de alma, e que a nossa existência cria nosso espírito. Fala da importância de estarmos limpos, puros e conectados energeticamente, pois somos todos um e essa é a nossa proteção. Ele lembra também que a nossa mente sintoniza quanticamente, e deve-se aprender a mudar o próprio campo vibracional para acessar Jesus.

 

Entre as qualidades desejadas para uma futura civilização está cuidar da espiritualidade, conviver com as diferenças e aprender a amar as pessoas, os animais, perdoar até mesmo quem você considera um inimigo, pois deve-se plantar a paz, praticar a caridade, assim como amar a natureza, além de estar em sintonia com ela.

 

 

DIA 3 – 12 de Fevereiro

 

 

CARMEM FAINI TIEPOLO DE AGUIAR – “Pódium da Imortalidade”

 

 

Carmem é Presidente Fundadora da Casa de Orientação Espiritual Ecumênica Padre Cícero Romão Batista / Federação Periespiritualista do Brasil (Coee / Fepb). É médium sensitiva, tendo seu trabalho mediúnico reconhecido internacionalmente.

 

Carmem lembra que sempre foi sensitiva, desde pequena, e refere-se ao seu primeiro contato com Chico Xavier, aos 18 anos, com a frase “Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece”, encontro a partir do qual, começou a psicografar, passando a escrever dezenas de livros.

 

Carmem afirma ser uma máquina de fazer livros e músicas, e conta que passava a madrugada inteira escrevendo, e que mesmo assim, se sentia leve. Até hoje psicografou 68 livros, que estão relacionados em seu BLOG.

 

Carmem contou sobre sua experiência de abdução, relembrando o momento em que viu um disco voador, e em seguida, em outro lugar, se viu deitada em uma espécie de fôrma, onde visualizou um teclado colorido em sua frente e depois já estava de volta em sua cama. Posteriormente, em contato com o Chico Xavier, com quem teve um contato bastante próximo, soube que naquele momento havia passado por uma cirurgia.

 

Carmem comenta que quem nunca viu um disco voador, acha que quem viu é um lunático e pergunta ao público quem já viu um extraterrestre ou um disco voador, ou um ser vestido com um macacão prateado, com olhos azuis, presencialmente ou mesmo em meditação.

 

Ela afirma que extraterrestres podem ser entrantes encarnados no plano terreno para fazer o bem e deixar um legado para a humanidade.

 

Carmem citou nomes de personalidades históricas, da televisão, da música e do automobilismo que em forma de perispíritos entraram em contato com ela, que canalizou estes contatos em forma de diversos livros e músicas.

 

Carmem fala também sobre seres entrantes que estão encarnados na Terra e cita algumas características para que as pessoas analisem se são viajantes astrais, como:

 

– dorme e tem a sensação de que esta caindo da cama

– tem a sensação de que atravessa paredes

– sente um vento forte, como a turbina de um avião, como se estivesse voltando para o corpo

– aparecem manchas roxas pelo corpo, ou vasinhos nas pernas, sem razão aparente

– cabelos caem

 

Segundo ela, uma medida importante para quem tem contato com perispíritos, e para permitir que eles possam ir e vir sem danificar o corpo físico de quem está recebendo estes contatos, é ter sempre por perto água, madeira e colocar dois espelhos, um de costas para o outro, apoiados, formando uma espécie de triângulo.

 

 

JOSÉ BENITO LEONARDI “LOBO CINZENTO” – A Presença de Extraterrestres entre as Culturas Nativas do Brasil e do Mundo

 

 

Professor de Xamanismo e Terapias Xamânicas. Artesão construtor de tambores xamânicos. Terapeuta Transpessoal, com formações em Fitoterapia, Cromoterapia, Terapia Prânica, Herbologia, Regressão Terapêutica Método Xamânico e Resgate da Alma Xamânica.

 

José Benito é pesquisador de culturas tribais e explica que as culturas antigas já tinham obras de arte e esculturas, onde mitos e lendas relacionados a seres extraterrestres apareciam. A presença de extraterrestres era ligada a sacralidade de vida na tribo, eles não levavam essas experiências no sentido científico.

 

Segundo ele, temos que ver a história sempre de acordo com a cultura e época em que esses povos viviam para poder entender a visão deles, só assim iremos perceber a verdadeira riqueza cultural presente nestas histórias, pois toda lenda é baseada em fatos verdadeiros.

 

Os povos antigos expressavam o que estava no universo deles, o que tinha algum nível de importância para eles era esculpido em pedras e cavernas, para manter vivo o contato com gerações posteriores, isso além do que os pais contavam para os filhos e assim por diante. Nunca iremos saber o que aconteceu exatamente, pois a maioria destas culturas antigas não tinham escrita, então a história de seus povos era transmitida verbalmente, e assim muitas informações se perdiam.

 

As pinturas indígenas tem significados, sejam para eventos específicos, ou simbolizam um clã familiar, ou que este nativo recebeu uma missão espiritual, como o caso de pinturas pretas nos olhos.

 

Dizem que os egípcios só conseguiram construir as pirâmides a partir de um conhecimento que não era deles. Muitos fatos na história tem muitas variações, a ciência está tentando se encontrar, mas ainda não conseguiu.

 

Alguns estudiosos afirmam que a nossa espécie não é deste planeta, e que foi trazida de outro mundo, pois não somos adaptados, ficamos doentes. Parece que a nossa espécie saiu pronta de uma forma e apareceu aqui.

 

José Benito apresentou diversas imagens e relatos referentes a tribos como Kaiapós, Guaranis, Yurok, Sioux, Hopis, Dogons, Ojibwas e Xavantes que são tratados como lendas, apesar de ser evidente que algo aconteceu na história destes povos.

 

Lendas e mitos antigos revelam que os Kaiapós eram visitados por um ser que veio do céu e desceu em uma cachoeira. Contam que ele estaria vindo das estrelas, naquilo que os antigos chamaram de canoa voadora e que teria tido uma filha e casado com uma mulher da tribo. Após um desentendimento entre eles, ele teria subido em uma montanha e retornado, quando mostrou aos demais casas de pedras na montanha, para onde toda a aldeia foi morar. Diziam ainda que ele portava um bastão, que era uma arma poderosa e emitia uma luz como o sol.

 

Outro relato afirma que um ser apareceu em aldeias próximas, diziam que ele não tinha cabelos e tinha um olho só, da mesma forma que o ser citado no parágrafo acima também apareceu, segundo as lendas. Em outra situação descrevem a visita de um ser pequeno, com longos cabelos claros, olhos claros, que portava um bastão dourado, que quando o usava podia levitar a uma altura considerável, e se usado como arma, podia incendiar tudo. Este ser desapareceu depois de alguns anos.

 

A tribo Yurok, do noroeste da América do Norte tem em seu território uma montanha chamada pelos brancos de rocha da chaminé e tinha o nome ancestral de Hey ah klan que significa santuário dourado. Era lá que os mestres vindos das estrelas desciam para instruir seus homens e mulheres sagrados, segundo as histórias tribais.

 

Os Sioux são oriundos do norte da América do Norte e migraram para a região central, dizem que os pais ancestrais de seu povo vieram das estrelas, das plêiades, e não conseguiram mais retornar para lá e deram origem a nação conhecida hoje como Lakota, Dakota e Nakota, hoje mais conhecidos como Sioux, nome dado a eles por seus inimigos, que quer dizer serpente, simbolizando que eram difíceis de se combater. Este povo possuía uma ligação forte com o feminino.

 

Os Hopis possuíam relatos antigos e pinturas, de que antes da chegada dos europeus na América, nativos mantinham contato com alienígenas, que traziam ensinamentos espirituais. Estes ensinamentos falavam sobre como trabalhar coisas em você que não são boas, assim como formas de se tornar uma pessoa melhor no convívio com os outros e ter melhores resultados.

 

Os Dogons são um povo africano, afirmam que são descendentes dos viajantes que vieram das estrelas e apontavam para a estrela Sirius. Suas moradias são construídas a séculos de acordo com o modelo que os ancestrais vindos das estrelas ensinaram a fazer. Em alguns de seus rituais vestem trajes semelhantes a astronautas. A entrada das cavernas tinha desenho de seres sem pernas, que pareciam levitar, que não tinham braços visíveis.

 

Os Ojibwas acreditam que Skyman era um astronauta extraterrestre abandonado cuja nave estava danificada ou destruída. Afirmam que ele entrou na estrela brilhante, como prova de que o objeto era uma nave espacial.

 

Os Xavantes revelam ter contatado seres extraterrestres do tipo nórdico, denominado de comandante Ashtar Sheran, com aspecto angelical e que transmite uma mensagem espiritual, ecológica ou pacifista. Quem disse que os viu, afirma que tiveram absoluta tranqüilidade espiritual durante o contato.

 

As testemunhas de aparições ufológicas relatam uma sensação de dormência ou transe. Em diversos casos em que ocorreu abdução, o abduzido é curado de alguma doença, apesar do trauma dessa experiência.

 

 

CARLOS FINI – “Antropocosmos: Emergência da Complexidade e Consciência Humana”

 

 

Astrônomo e Astrólogo Profissional há mais de 35 anos. Especialista em Realidade Virtual para ambientes imersivos pela E&S Computer Corporation EUA / Utha University, voltadas para simulações de Ciência e Astronomia. Autor de inúmeros e-books de Complexidade e Astrologia. Conferencista internacional. Idealizador de projetos junto ao CNPq e outros órgãos de fomento internacionais e pesquisadores nacionais na implantação de Museus de Ciência na área de Simuladores.

 

Carlos Fini mostrou a imensidão do universo, em apresentações que exibiam a galáxia como um ser minúsculo dentro da textura do universo. Apresentou a comparação entre o tamanho dos planetas e das estrelas, onde a Terra está entre os menores.

 

Ele afirma que o Universo está expandindo lentamente e cada segundo que passa estamos mais distantes um dos outros. O microcosmos e o macrocosmos estão intimamente relacionados.

 

A vida tem a capacidade de se auto-organizar, só observar a biologia, a conexão cósmica, a evolução do cérebro humano, das emoções e o desenvolvimento do neo-córtex.

 

Segundo Carlos, toda matéria que existe, pode ser estrela, homem, formiga, aranha, não existe ninguém melhor do que ninguém, só estruturas mais complexas e menos complexas.

 

Ele cita o livro: “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”, de Yuval Harari.

 

Comenta também a respeito dos círculos de pedras, presentes no México, na África, no Oriente, que são espécies de cabines telefônicas buscando a conexão cósmica, com a finalidade de unir o céu e a Terra.

 

Carlos afirma que a natureza cria modelos para cumprir uma função, e nos limitamos à maneira que o universo quer que o enxerguemos. Ao mesmo tempo, a natureza te engana para você não observar ela.

 

 

HAROLDO WESTENDORFF – “Uma Fantástica Experiência Frente a Frente com um UFO a bordo de um Avião”

 

 

Piloto com formação comercial privada. Cursou acrobacia aérea em Memphis (EUA). Acumula mais de quatro mil horas de vôo. Empresário e conferencista. Concedeu na mídia nacional e internacional inúmeras entrevistas sobre sua experiência de contato com UFO.

 

Desde o início da sua vida como piloto, Haroldo foi doutrinado pelo regime da Aeronáutica a aceitar que disco voador não existia, mas foi no dia 05 de setembro de 1996, que Haroldo viveu a fantástica experiência de encontrar um disco voador durante um vôo de Porto Alegre à Pelotas.

 

Momentos antes de estar frente a frente com o disco voador, Haroldo pensou que se tratava de um balão e pediu que as torres lhe confirmassem, porém os radares não conseguiram visualizar o objeto. Na ocasião, ele estava a 5000 pés, o que corresponde a aproximadamente 1500 metros de altura. Na quinta volta em torno dele, notou que a parte superior se abriu e de lá saíram dois objetos. Em seguida ele deu voltas em torno do disco voador para vê-lo por dentro, e percebeu que se tratava de uma nave-mãe.

 

Nesta época Haroldo concedeu entrevista para a revista Isto É, em que foi capa, com a matéria “Ovnis em Pelotas”. Também foi entrevistado no programa Globo Repórter, Fantástico, Ratinho e Jô Soares, contando detalhes de sua experiência.

 

Haroldo não teve problemas com a divulgação destes fatos, pois pilotava de forma privada e não era vinculado a companhias aéreas ou à militares, já que estes não permitem que fatos desta natureza sejam divulgados por seus pilotos.

 

Ele diz que hoje possui uma câmera ligada durante todos os seus vôos, porém nunca mais teve este tipo de experiência. Haroldo afirma que este mesmo tipo de objeto também foi fotografado no Alabama.

 

Um médium que o encontrou lhe disse que ele era o homem certo na hora certa, e Haroldo afirma: “Nós não estamos sozinhos neste universo, em um universo tão grande, não estaríamos só nós”.

 

 

DIA 4 – 13 de Fevereiro

 

 

CARINA GRECO – “Criogenia Viva da Humanidade”

 

 

Nasceu no Uruguai, onde estudou Arquitetura e Artes Plásticas. Desde 1989 reside no Brasil, em Florianópolis, onde há 18 anos estuda e pesquisa diversas terapias. É pesquisadora de Apometria Quântica – Estudo e Pesquisa da Tecnologia do Espírito.

 

Quando a pessoa tem informação e é esclarecida a respeito de algo, ela se liberta.

 

Segundo Carina, a primeira lei na Terra é desconfiar de tudo, nós não viemos com manual de instruções, portanto acreditem em si mesmos, pois ninguém tem interesse real em nos ajudar. Aqui na Terra os bonzinhos não chegam, só esta aqui quem tem que se redimir de algo. Ela diz que bem ou mal não existe, que a moral é relativa, o que existem são interesses.

 

Carina diz que o livre-arbítrio na Terra não existe, pois aqui somos condicionados, tudo o que eu escolho está condicionado ao país em que eu nasci, a educação que tive, ao que a minha mãe falou, ao que vivenciou na minha gravidez, à memórias ancestrais e transgeracionais que tive fora da terra. Para ter livre arbítrio, tenho que estar descondicionado de tudo.

 

Antes mesmo de colocar em prática as teorias do pensamento positivo, precisamos levantar a nossa auto-estima espiritual. Temos cargas emocionais psíquicas no inconsciente que tem que ser apagadas antes de qualquer coisa usando a tecnologia do espírito (apresentada no Dia 1) e a força mental, pois a Terra é um portal de cura de Deus.

 

Segundo Carina, o segredo está no micro, o reino de Deus caberia em um grão de mostarda, e afirma “Conhece-te a ti mesmo e conhecerá o universo”, pois os grandes segredos estão dentro de nós. O ser humano mistifica algo quando não sabe a resposta.

 

Estamos em um planeta que é uma biblioteca viva, aqui se semeia a vida. Somos seres de 3ª dimensão, temos corpo astral, mental e espiritual. As dimensões funcionam como estações de rádio, em todas existem consciências, e a consciência é a essência espiritual humana.

 

Os dons espirituais como o amor ou o medo, são os aplicativos. A índole do ser humano não muda, até descobrir como atualizar os aplicativos e mudar os programas.

 

O corpo biológico faz parte da alta tecnologia da criogenia viva, pois é a estrutura que permite que nossa consciência se manifeste. Dormindo podemos desdobrar a consciência para qualquer lugar e ter super poderes no plano astral também. Estamos vivendo uma criogenia viva.

 

Encarnação e reencarnação poderiam ser chamados de criogenia, pois enquanto está dormindo em um lugar, a consciência vem para viver uma história, o tempo é relativo.

 

Como referências, Carina cita ainda o filme “Avatar” e o livro “O Livro de Urântia”.

 

 

JAN VAL ELLAM – “O Psiquismo Espiritual e a Identidade de Gênero”

 

 

Jan Val Elan é o pseudônimo usado pelo escritor natalense Rogério de Almeida Freitas para escrever sobre pontos de convergência entre o pensamento cristão, a doutrina de Allan Kardec e pesquisas relacionadas à Ufologia, no bojo do discurso do espiritualismo universalista e da cidadania planetária.

 

Jan afirma que nós não deveríamos ter a pretensão de possuir verdades, devemos sempre questionar as certezas que carregamos e vemos como sagradas, já que carregamos tantas verdades sobre assuntos que nem conhecemos.

 

A religião impôs verdades e falsos conceitos que aceitamos sem nenhum critério porque perguntar foi definido como algo errado. Fomos condicionados a acreditar nas nossas religiões como acontece com o fanatismo por um time de futebol.

 

Jan questiona: “Quando surgiu o conceito de Deus?”. Nós que hoje acreditamos no conceito de Deus devemos nos perguntar como um ser perfeito criou uma sociedade imperfeita, doente e assassina, que nasceu para matar? Há incongruências que nenhuma religião explica porque não tem respostas, elas estão só no campo da fé.

 

Deus é uma coisa e criador é outra. Fomos formados por processos religiosos, mas que segundo ele, religiosos não foram e não são.

 

Nos acostumamos a tomar como verdade, coisas que ainda precisamos descobrir através do pensamento, pois muitas vezes nem ao menos percebemos o que está a um palmo de nosso nariz.

 

Devemos nos questionar sobre quais são as verdades que acreditamos e que não são verdadeiras. Somos uma geração que não sabe responder as questões básicas da nossa filosofia existencial.

 

Para que as novas gerações não olhem para o mundo com verdades equivocadas precisamos de uma educação científica, filosófica, sócio-ambiental, psíquica e espiritual abordando a meditação.

 

Ninguém na Terra pode se afirmar autoridade sobre um assunto.

 

Jan cita os livros “Favor Divino”, “A História da sua Vida e Outros Contos”, assim como os filmes “Jogo da Imitação” e “A Chegada”.

 

 

EURÊNIO DE OLIVEIRA JÚNIOR – “O Universo Memorável”

 

 

Juíz Federal aposentado, Mestre em Direito e Professor Universitário pós-graduado pela USP. Pós-graduado em Filosofia do Direito, tendo lecionado Lógica e Filosofia em cursos de preparação para a Magistratura e o Ministério Público, bem como na Faculdade UNAES de Direito, em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, faculdade essa que estruturou e da qual foi Diretor.

 

Inicialmente foi exibido o documentário Inner Worlds Outer Worlds – Mundos Internos Mundos Externos. Segundo Eurênio, somos uma parcela ínfima de algo muito grande e a chave da nossa evolução está na consciência.

 

Ele citou o livro “A sabedoria dos Upanixades” de Annie Besant, que foi presidente da Sociedade Teosófica e o seguinte trecho “Não existe Brahma e o Universo, existe Brahma como o Universo”, explicando que Brahma é ao mesmo tempo um gerador e participador.

 

Afirma ainda que “Não há como conhecer fora, se não passarmos também a conhecer dentro”, ou seja, tudo o que está projetado encontra­­­-se em íntima relação com nosso interior e vice-versa. O mundo que vemos é o retrato das nossas vivências.

 

No conhecimento da vida e do mundo, que é a grande meta da ciência chamada Eubiose, que Eurênio estuda há mais de 50 anos, está a chave de entendermos o processo da vida, e entendendo o processo da vida, aprimorarmos este processo.

 

Eurênio mostrou o trecho de um vídeo sobre o Akasha e sobre o processamento da sequência da vida. Descreve que o que percebemos como realidade pode ser um tipo de holograma, e que podemos imaginar o universo como um holograma. O vídeo “Além do Cosmos” fala sobre o universo holográfico. Outro vídeo apresentado sobre o universo, foi com a participação de Adauto Lourenço.

 

O termo registro akáshico é usado para registrar para o criador todas as coisas que ocorreram no passado, presente e futuro na história da criação. O registro da vida particular de uma pessoa pode ser em forma de filme, imagens holográficas com sentimentos e energias que podem ser revistas e servir como uma ferramenta de aprendizagem mais tarde.

 

O registro akárshico de um ser humano é um padrão de energia holográfica armazenada dentro do nosso DNA, podendo estar presente no núcleo das células do organismo. O padrão de DNA é repetido em todas as células do corpo para que seus registros akáshicos possam ser acessados através de uma única célula do corpo.

 

Tudo o que é físico passou pelo akasha e deixou uma memória lá. A memória universal de toda a criação, de todos os mundos é o Akasha. Tudo é vibração, o Universo é som. Portanto, gênios são os homens que conseguem acessar os registros akáshicos e trazer avanços a partir de novas visões.

 

O universo é eterno, infinito, não tem começo e fim, sempre existiu, mas a mente não admite isso, e então procura um ponto de partida. Segundo Eurênio, devemos conviver com a eternidade, abrir a nossa percepção.

 

Em determinado momento ouvimos o mantra “Akasha Ananda Devi”, e segundo Eurênio, onde se instala a paz, o conhecimento brota.

 

Ele cita a Apometria Quântica, processo no qual o observador interfere no fenômeno, algo perfeitamente realizável e que tem o poder de cura, pois nós temos poderes sobre o próprio organismo, e mesmo sem saber, podemos agir sobre nosso grau de saúde.

 

“A nossa evolução nos vai revelar o universo. Não podemos ser místicos devocionais, senão vamos tomar gato por lebre, vamos eleger um ser superior que nem sempre é tão superior assim, e muitas vezes nem superior é.”

 

Evolução é transformação de um roteiro de entender a vida em outro roteiro de entender a vida, é transformação da vida energia em vida consciente. A nossa própria energia precisa ter consciência, essa é a grande transformação do ser humano.

 

Eurênio afirma ainda que o karma não é bom nem mal, é um ajuste evolutivo que deve ser respeitado e até reverenciado, não se deve temer.

 

Citou a frase de Niehls Bohr, que afirma que a verdade pode estar dos dois lados: “O contrário de uma verdade profunda pode ser também uma verdade profunda”.

 

Comentou também sobre o Yin Yang, símbolo do TAO, que expressa uma alternância que simboliza a gangorra da vida, afirmando que não há bem que dure sempre, nem mal que nunca se acabe, pois nosso caminho é uma gangorra. Quando estamos no alto, alguém esta fazendo força para que estejamos lá, mas depois é a nossa vez.

 

 

CLORIS ADRIANA ROJO E ANTONIO ALEJANDRO DENEGRI – “As Ordens Herméticas e suas Missões”

 

 

 

Clóris é Escritora e Conferencista internacional. Pesquisadora e Professora na área de Antropologia e Autoconhecimento. Responsável por realizar palestras, seminários, congressos e eventos massivos nas áreas de Antropologia, Qualidade Humana e Valores da Alma, tendo percorrido dezenas de países nos cinco continentes, sendo reconhecida pelo seu trabalho por destacadas autoridades em diferentes países do mundo.

 

Antonio é Professor de Antropologia e Palestrante Internacional. Coordenador e Organizador de dezenas de palestras, workshops, seminários, congressos, exposições, nacionais e internacionais, voltados à temática científico-espiritualista. Organizador de viagens e jornadas antropológico-filosóficas em vários países da América, Europa e África.

 

Clóris afirma que podemos ter todo tipo de conhecimento, mas tudo se resume ao amor, que é a chave de tudo e a energia mais poderosa.

 

Somente compreendendo nosso microcosmos vamos compreender o grande universo, pois somos sua imagem e semelhança. Temos que entender como foi formado o universo para saber como somos formados, pois assim como é em cima, é embaixo.

 

Cada galáxia foi criada com um propósito, o nosso é o aprendizado.

 

Clóris e Antonio apresentaram exemplos de diversos povos que marcaram a história da humanidade e que servem como inspiração para todos nós, desde guerreiros à símbolos da luta entre o bem e o mal.

 

Eles afirmam que é importante superar as provações, passar por processos aqui na Terra, evoluir, estar conscientes, doar, ser feliz, além de viver nossa alma, poder e sabedoria.

 

Destacaram também a importância do cuidado com o próprio corpo, porém sem apegos, pois ele é o templo do ser.

 

O que importa é que cada um possa fazer a sua parte no seu lar e no trabalho para cumprir uma missão de vida, que é tornar o mundo melhor.

 

Algumas questões deixadas para reflexão foram “Qual é a sua missão?” e “Que legado você vai deixar para futuras gerações?”

 

 

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